"Um bom filho a casa torna." E eu no fundo, no fundo até sou uma boa filha e por isso cá estou eu de volta para debitar mais uma meia dúzia de disparates sob a forma de publicação.

Vamos começar pelo início que isto de escrever em analepse só fica bem a quem sabe e eu não sou o Eça de Queiroz. A benjamim da família entrou na escola e a sua lista de talentos-que-toda-a-gente-tem-mas-que-a-família-fica-feliz-na-mesma inclui agora a leitura. Começou, portanto, um novo ano lectivo. Tudo muito lindo e maravilhoso como se quer. 

Mas voltando a mim que eu sou egocêntrica e gosto de falar sobre mim. A minha escola é daquelas que quando aparece na caixinha mágica não é por estar nos lugares cimeiros da tabela de ranking. A minha escola é, na verdade, um bocadinho má mas os professores esforçam-se e nota-se que até gostam dos putos parvos que têm à frente. E é por isso que este ano a minha turminha linda (e as outras do mesmo ano e do mesmo curso que eu, que também não somos nenhuns privilegiados) vai à Cidade Invicta. Vão ser três dias numa cidade diferente, longe dos papás com atividades relacionadas com o curso e algumas delas à noite.

Oh, oh, para pessoas que mal saem da escola em visitas de estudo nem podem imaginar a excitação que tudo isto está a ser.

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